Olá , tudo bem com vocês?
Faz um tempinho que não escrevo, vamos ver se consigo manter uma regularidade.
O que quero falar hoje com vocês é sobre a palavrinha overkill. Já ouvi esta palavra várias vezes em baladas. Posso levar em consideração que feriado em lugar comum da "moda" me deixa bastante entediado.
Should I add an explanation, or would that be overkill?
Sim, posso explicar!!!
Fiz coisas nesse feriado que até a Princesa Kate , adoraria fazer, locais maravilhosos onde iriam amar passar apenas segundos...
É isso aí, pessoal, dessa vez não vou falar para onde fui, posso me arrepender de indicar ! Até a próxima dica!
segunda-feira, 25 de abril de 2011
domingo, 17 de abril de 2011
José Alencar: Guerreiro
Acompanhei junto com todo o país a luta de José Alencar contra o cancer. Muitas vezes, me perguntei:
— Se eu estivesse em sua situação, o que faria?
São pessoas como José Alencar, capazes de aceitar inclusive tratamentos experimentais, que deixam um legado. Os próximos doentes podem ser beneficiados pelos caminhos abertos.
No íntimo, eu me pergunto se não há um momento em que se decide dizer adeus. A medicina, com todos seus benefícios, também é cruel. Manter a vida, tratamento após tratamento, operação após operação, é doloroso. Existe um momento em que o sofrimento é maior que a vontade de viver?
Eu falo tudo isso porque já perdi entes queridos. E já me vi na situação de pedir a Deus para que tudo fosse rápido, para evitar o sofrimento. E depois, diante da perda, me arrepender dessas palavras e desejar ter de volta um dia, nem que fosse só um dia de vida, de volta.
Eu talvez seja fraco. Diante de um caso como o de José Alencar, digo intimamente que jamais teria a mesma coragem. A tudo que ele passou, assisti pela mídia. Não compartilhei as dores, as emoções, as esperanças sufocadas. Seu caminho de aceitação passou pela batalha. Mas eu sei que ele parte como um vencedor. A doença não é para ser negada. Nem a morte, que pode ser a última grande experiência da vida.
— Se eu estivesse em sua situação, o que faria?
São pessoas como José Alencar, capazes de aceitar inclusive tratamentos experimentais, que deixam um legado. Os próximos doentes podem ser beneficiados pelos caminhos abertos.
No íntimo, eu me pergunto se não há um momento em que se decide dizer adeus. A medicina, com todos seus benefícios, também é cruel. Manter a vida, tratamento após tratamento, operação após operação, é doloroso. Existe um momento em que o sofrimento é maior que a vontade de viver?
Eu falo tudo isso porque já perdi entes queridos. E já me vi na situação de pedir a Deus para que tudo fosse rápido, para evitar o sofrimento. E depois, diante da perda, me arrepender dessas palavras e desejar ter de volta um dia, nem que fosse só um dia de vida, de volta.
Eu talvez seja fraco. Diante de um caso como o de José Alencar, digo intimamente que jamais teria a mesma coragem. A tudo que ele passou, assisti pela mídia. Não compartilhei as dores, as emoções, as esperanças sufocadas. Seu caminho de aceitação passou pela batalha. Mas eu sei que ele parte como um vencedor. A doença não é para ser negada. Nem a morte, que pode ser a última grande experiência da vida.
Água para Elefantes
Acabo de ler um livro delicioso. Chama-se “Água para Elefantes” (Water for Elephants), de Sara Gruen. É a história de um velho que, aos 93 anos, numa casa de repouso, lembra-se de sua juventude no circo.
A trama é simples, envolvente e romântica como eu não via há muito tempo. O personagem, Jacob, apaixona-se pela bailarina equestre, Marlena. Que é casada com o responsável pelos números circenses com animais. Há também a elefanta Rosie, de inteligência singular. Paralelamente, a história fala da solidão de Jacob, já velho e viúvo na casa de saúde, onde os filhos vão visitá-lo ocasionalmente. E o reencontro, na memória e na realidade com o fascinante mundo do circo.
Nem sempre consigo ler sem obrigação. Há sempre tanta coisa que eu preciso ler por isso ou por aquilo! Ler pelo prazer de ler é uma das boas coisas dessa vida! “Água para Elefantes” não me deixou parar até a última página!
E fica uma pontinha de culpa. Eu já fui a circos com animais. Adorava os números. Mas só na descrição de Jacob, na intimidade de um circo, vi como eles sofriam. Ser domado era equivalente a uma tortura!
A trama é simples, envolvente e romântica como eu não via há muito tempo. O personagem, Jacob, apaixona-se pela bailarina equestre, Marlena. Que é casada com o responsável pelos números circenses com animais. Há também a elefanta Rosie, de inteligência singular. Paralelamente, a história fala da solidão de Jacob, já velho e viúvo na casa de saúde, onde os filhos vão visitá-lo ocasionalmente. E o reencontro, na memória e na realidade com o fascinante mundo do circo.
Nem sempre consigo ler sem obrigação. Há sempre tanta coisa que eu preciso ler por isso ou por aquilo! Ler pelo prazer de ler é uma das boas coisas dessa vida! “Água para Elefantes” não me deixou parar até a última página!
E fica uma pontinha de culpa. Eu já fui a circos com animais. Adorava os números. Mas só na descrição de Jacob, na intimidade de um circo, vi como eles sofriam. Ser domado era equivalente a uma tortura!
Ah,como diria o Bussunda: fala sério!!!!
Na angustia de querer entender um ato tão brutal quanto esse de invadir uma escola e sair executando crianças, muita gente perde o senso crítico e se atrapalha!
O atirador, no primeiro momento descrito em rede nacional por seus vizinhos e familiares como um rapaz quieto, calado, na dele, mas parecendo incapaz de uma atitude daquelas, em menos de 48 horas transformou-se num terrorista assumido e falador, que costumava divulgar o desejo de cometer atentados até contra o Cristo Redentor!
a acreditar nisso, vamos ter que aceitar também que alguém possa aprender a dirigir um carro através do you tube, e saia de lá eximio motorista, pronto para tirar a carteira! Ah,como diria o Bussunda: fala sério!!!!
O atirador, no primeiro momento descrito em rede nacional por seus vizinhos e familiares como um rapaz quieto, calado, na dele, mas parecendo incapaz de uma atitude daquelas, em menos de 48 horas transformou-se num terrorista assumido e falador, que costumava divulgar o desejo de cometer atentados até contra o Cristo Redentor!Passou de calado a esquisito, de esquisito a esquizofrênico numa fração de segundos. Se é verdade que recebeu esse diagnostico aos 7 anos de idade,como contou um familiar, e desde essa idade toma remédios controlados, porque não correm atrás do prontuário que esclareceria isso? porque não procuram o médico que o atendeu e lhe dava as receitas?
Pra mim, a pergunta que não quer calar continua sendo: de onde veio o material bélico com que invadiu a escola? onde aprendeu a manejar armas e a dar tiros de execução? na internet é que não foi!a acreditar nisso, vamos ter que aceitar também que alguém possa aprender a dirigir um carro através do you tube, e saia de lá eximio motorista, pronto para tirar a carteira! Ah,como diria o Bussunda: fala sério!!!!
Enquanto se multiplicam as especulações sobre o atirador de Realengo, as perguntas básicas continuam sem resposta:
Cadê o prontuário que comprove a insanidade mental? cadê o médico que atendeu o criminoso e receitou os remédios? fosse numa novela, muita gente estaria cobrando do novelista essa coerência mínima, e acusando-o de alimentar um mistério fajuto.
Qual era a fonte de renda do atirador? estava desempregado há seis meses, mas como informa o noticiário, mandava vir todo dia a refeição do “bar do Bigode” a 7 reais cada uma, a conta de telefone ultrapassava os 900 reias (informação publicada no jornal EXTRA), e fazia doações mensais de 50 reais para a LBV. Uma das armas que utilizou para massacrar crianças custou 260 reais, e a outra, paga em cash, 1.200, sem contar com a munição -a que usou no dia e a que gastou treinando.
Onde recebeu esse treinamento? quem o ensinou a atirar? essa foi mesmo a sua estreia no crime, ou ele ensaiou para o “grand finale” tirando outras vidas?
Fica muito fácil botar o crime cometido na conta “da doença mental” e a habilidade em tirar vidas na conta do “you tube”!
Fala sério!!!!
Vivendo Sampa
Olá gente!
Em minha passagem por São Paulo, pude analisar sobre várias perspectivas, imigração, conseqüências da urbanização, desigualdade social… E muito mais…A dura verdade de uma metrópole dos sonhos sertanejos, onde muitos vão tentar a vida numa cidade grande e quando lá chega se depara com uma realidade totalmente diferente da por si vivida até aquele momento.
Em minha passagem por São Paulo, pude analisar sobre várias perspectivas, imigração, conseqüências da urbanização, desigualdade social… E muito mais…A dura verdade de uma metrópole dos sonhos sertanejos, onde muitos vão tentar a vida numa cidade grande e quando lá chega se depara com uma realidade totalmente diferente da por si vivida até aquele momento.Para quem vem de outro sonho feliz de cidade aprende depressa a acostumar-se com a nova realidade.
A poluição ambiental causada pela fumaça das fábricas se sobrepondo as estrelas do céu,e essa fumaça transforma os campos,florestas,poetas,deuses da chuva em utopias.e através dessas utopias é que os nordestinos,todos preconceituosamente chamados de baianos podem passear na garoa de São Paulo e a curtir numa boa, o frio de geladeira!!!!
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