Ter a alma feminina quer dizer estar em comunhão com tudo aquilo que a cultura e a história definem como sendo “próprios” do universo feminino: sensibilidade exacerbada; criatividade e inclinação para as artes e para estética; delicadeza ou dureza sem perder a ternura; relação maior com o sagrado; mais inclinação para a tolerância; mais malícia; maior preocupação com o tempo e mais disposição para experimentar outras sexualidades. Claro que essa “alma feminina”, tanto no caso dos gays quanto no das mulheres, não é produto da natureza, mas, sim, da cultura; logo, ela pode mudar ou desaparecer ao longo do tempo e do espaço. Ao longo de minha vida – e não pergunte por que – eu sempre convivi e me identifiquei mais com as mulheres. Até os 18 anos eu só namorei com mulheres. Sempre me abri para minhas amigas e sempre fui o grande conselheiro delas. Quando seus romances acabavam, elas ligavam e diziam: “o importante é que eu tenho você, amigo”. Até hoje é assim. Sinto-me um privilegiado, um bendito entre as mulheres.domingo, 23 de janeiro de 2011
Bendito entre as mulheres
Ter a alma feminina quer dizer estar em comunhão com tudo aquilo que a cultura e a história definem como sendo “próprios” do universo feminino: sensibilidade exacerbada; criatividade e inclinação para as artes e para estética; delicadeza ou dureza sem perder a ternura; relação maior com o sagrado; mais inclinação para a tolerância; mais malícia; maior preocupação com o tempo e mais disposição para experimentar outras sexualidades. Claro que essa “alma feminina”, tanto no caso dos gays quanto no das mulheres, não é produto da natureza, mas, sim, da cultura; logo, ela pode mudar ou desaparecer ao longo do tempo e do espaço. Ao longo de minha vida – e não pergunte por que – eu sempre convivi e me identifiquei mais com as mulheres. Até os 18 anos eu só namorei com mulheres. Sempre me abri para minhas amigas e sempre fui o grande conselheiro delas. Quando seus romances acabavam, elas ligavam e diziam: “o importante é que eu tenho você, amigo”. Até hoje é assim. Sinto-me um privilegiado, um bendito entre as mulheres.sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Você tem ídolos?
Posso responder essa pergunta com bastante facilidade,Diana,ela me encanta até hoje com seus exemplos de vida enquanto princesa. O fascínio que tenho por ela não se ficou pelo facto de ela ser uma mulher bonita, simpática, elegante…sim pela maneira como se doava aos outros e se envolvia a fundo nas causas sociais. Ela mostrou ao mundo que os governantes existem para se colocarem ao serviço do povo, ir ao encontro deles e das suas necessidades.
Me parece história de criança, tipo conto de fadas...Era uma vez uma princesa com seu vestido azul florido, com olhar meigo, uma postura altiva, contudo, sem uma única demonstração de arrogância. Seu nome?? Princesa Diana, ou simplesmente Lady Di.
Enfim, sua generosidade emanava no ar. Uma maneira de ser que não pode ser imitada, pois é inata; contudo, seus atos humanitários podem e devem sim ser imitados e multiplicados e servir como exemplo de compaixão para com o próximo. Este conjunto de adjetivos fazia dela uma princesa especial e popular, a princesa do povo, alcunha que ganhou pelo seu trabalho humanitário em vários paises do mundo.
Por mais que corporalmente ela esteja Morta, para mim estará sempre viva, dentro do meu coração.
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