sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Feliz 2011 !!!

Dedico um belíssimo Ano Novo,não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,mas novo nas sementinhas do vir-a-ser,novo.
Para ganhar um Ano Novo que mereça este nome,você, meu caro, tem de merecê-lo,tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre nascer.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Natal diferente: sorriso de criança o melhor presente

Natal é tempo de presentes, época de consumo avassalador, lojas lotadas, shoppings intransitáveis. Tudo isso com gente à procura de presentes para seus entes e amigos. Em tempos de Ipod, tablet, netbooks, eu não poderia imaginar que o meu melhor presente de Natal poderia ser algo tão intenso, que lavasse minha alma, deixasse a cabeça em paz e o coração com um sentimento de muita felicidade. A culpa de tudo isso: 500 sorrisos de crianças carentes que foram presenteadas por Edelson Barbosa em pleno dia de Natal com uma grande festa em sua granja em Aldeia. Crianças da redondeza e de mais sete comunidades como Casa Amarela, Vasco da Gama e Brasília Teimosa que tiveram um verdadeiro dia dos sonhos, com uma vasta programação de lazer.


A seleção das crianças aconteceu através dos funcionários dos 12 salões de beleza que levam o nome do anfitrião do evento, que já acontece há 30 anos. Foram contratados 07 ônibus de turismo que fizeram o transporte no percurso comunidade/granja/comunidade. Crianças que participaram das primeiras edições deste evento hoje são adultos e já levam suas crianças para curtir esse momento especial. Um verdadeiro parque de diversões foi montado nos jardins da granja com direito a brinquedos como pula pula, carrosel, piscina de bolas, cama elástica e muito mais, além de banho de piscina e da distribuição de guloseimas como algodão doce, pipoca e sorvete, almoço, lanches e muitas frutas – todas plantadas ali mesmo na propriedade, cada uma mais gostosa que a outra. Todas as 500 crianças ganharam brinquedos que foram distribuídos por cerca de 70 funcionários da empresa que dão sua parcela de colaboração como voluntários. A animação ficou por conta de DJs e da cantora Nádia Maia, que levou a alegria de sua voz também como voluntária. É um evento lindo que alimenta o corpo e alma e a cada ano seduz novos voluntários. Esse ano o novato voluntário fui eu. E já estou me escalando para o ano que vem.

Muitos devem ter visto na TV - hora de agradecer aos amigos Rafael Pimenta, Rose Maria, Angélica Tasso, Evaristo Filho). Dei uma força na divulgação deste evento, não como um compromisso profissional, mas como algo que pessoalmente achei bonito, louvável e que deve ser imitado. Era de impressionar vendo as crianças chegarem. Cada brilho nos olhos, cada sorriso cheio de expectativa, cada semblante de surpresa e de alegria. A alegria pueril unia-se à beleza da propriedade linda, repleta de verde. Um lugar lindo. Com árvores frutíferas para todo lado. Uma árvore enorme foi transformada numa árvore de natal repleta de presentes. De emocionar. Dois irmãos que andavam 4 km diariamente para ir e voltar à escola ganharam bicicletas. No momento da entrega, não deu pra conter as lágrimas. Quanta sensibilidade. Sensibilidade que contagiou a todos os presentes, voluntários, convidados... Era gratificante ver carinhas de crianças que passam tantas dificuldades felizes por coisas que para nós parecem tão simples, como diversão, alimentação, presentes, guloseimas. Em cada canto, para onde olhávamos eram sorrisos inocentes e felizes. E a magia do sorriso no rosto estendia-se também aos rostos de pais e familiares destas crianças que também se fizeram presentes.

Saí dalí com o coração leve, feliz em festa. Em festa por ter dado uma pequena parcela de contribuição a uma ação tão bonita. Agradeço de coração aos amigos Carlos Cavendish e Íris Coelho pela oportunidade que me deram em fazer parte, ainda que de uma forma tão mínima, de algo tão grandioso. Voltei pra casa com a felicidade daquelas crianças em meu peito. Parabéns Edelson e sua doce esposa por tão bela ação!!! E que muitos outros empresários possam se espelhar com esta ação e despertar em seus corações a vontade de fazer uma boa ação. Um exemplo de cidadania, amor ao próximo e solidariedade!!! Uma experiência ímpar... Pense num alimento pro meu coração!!! Alimento que me fez sentir o verdadeiro espírito do Natal.

Paulo Magalhães, jornalista

Dos pés à cabeça

Se eu acredito no amor, eu nunca acreditei muito na chamada alma gêmea, porque a minha alma gêmea tinha de ser muito diferente de mim, sabes? Porque de poesia,filosofia,literatura e outras merdas já estou cheio dos pés à cabeça. Nesse aspecto eu sou um pouco à grega, alguém jovem, talvez, alguém mais inocente, alguém que tivesse a pureza do mar, a força da tempestade, às vezes também o gosto do gozo.

Um Sopro de Vida (Pulsações) - Clarice Lispector

EU, alquimista de mim mesmo. Sou um homem que se devora? Não, é que vivo em eterna mutação, com novas adaptações a meu renovado viver e nunca chego ao fim de cada um dos modos de existir. Vivo de esboços não acabados e vacilantes. Mas equilibro-me como posso entre mim e eu, entre mim e os homens, entre mim e o Deus.
O amor comeu meu nome, minha identidade, meu retrato. O amor comeu minha certidão de idade, minha genealogia, meu endereço. O amor comeu meus cartões de visita. O amor veio e comeu todos os papéis onde eu escrevera meu nome.

O amor comeu minhas roupas, meus lenços, minhas camisas. O amor comeu metros e metros de gravatas. O amor comeu a medida de meus ternos, o número de meus sapatos, o tamanho de meus chapéus. O amor comeu minha altura, meu peso, a cor de meus olhos e de meus cabelos.

O amor comeu meus remédios, minhas receitas médicas, minhas dietas. Comeu minhas aspirinas, minhas ondas-curtas meus raios-X. Comeu meus testes mentais, meus exames de urina.

O amor comeu na estante todos os meus livros de poesia. Comeu em meus livros de prosa as citações em verso. Comeu no dicionário as palavras que poderiam se juntar em versos.

Faminto, o amor devorou os utensílios de meu uso: pente, navalha, escovas, tesouras de unhas, canivete. Faminto ainda, o amor devorou o uso de meus utensílios: meus banhos frios, a ópera cantada no banheiro, o aquecedor de água de fogo morto mas que parecia uma usina.

O amor comeu as frutas postas sobre a mesa. Bebeu a água dos copos e das quartinhas. Comeu o pão de propósito escondido. Bebeu as lágrimas dos olhos que, ninguém o sabia, estavam cheios de água.

O amor voltou para comer os papéis onde irrefletidamente eu tornara a escrever meu nome.

O amor roeu minha infância, de dedos sujos de tinta, cabelo caindo nos olhos, botinas nunca engraxadas. O amor roeu o menino esquivo, sempre nos cantos, e que riscava os livros, mordia o lápis, andava na rua chutando pedras. Roeu as conversas, junto à bomba de gasolina do largo, com os primos que tudo sabiam sobre passarinhos, sobre uma mulher, sobre marcas de automóvel.

O amor comeu meu Estado e minha cidade. Drenou a água morta dos mangues, aboliu a maré. Comeu os mangues crespos e de folhas duras, comeu o verde ácido das plantas de cana cobrindo os morros regulares, cortados pelas barreiras vermelhas, pelo trenzinho preto, pelas chaminés. Comeu o cheiro de cana cortada e o cheiro de maresia. Comeu até essas coisas de que eu desesperava por não saber falar delas em verso.

O amor comeu até os dias ainda não anunciados nas folhinhas. Comeu os minutos de adiantamento de meu relógio, os anos que as linhas de minha mão asseguravam. Comeu o futuro grande atleta, o futuro grande poeta. Comeu as futuras viagens em volta da terra, as futuras estantes em volta da sala.

O amor comeu minha paz e minha guerra. Meu dia e minha noite. Meu inverno e meu verão. Comeu meu silêncio, minha dor de cabeça, meu medo da morte.





quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Ivete mostra extravagância no figurino em New York.

Adoro a Ivete Sangalo porque ela é a representação da imagem da mulher brasileira, mais do que da própria música que ela canta. Ela preenche várias áreas com sua voz grave. Encantou os presentes em sua apresentação nos EUA gravando seu último DvD,os vestidos e os chapéus, usados em uma das músicas que ela tocou e dançou me lembrava em todos os momentos Elke Maravilha no Chacrinha. O figurinista desse show , estava completamente ......

Como não pensar em Paris no natal?

Não consigo ficar muito tempo sem falar da minha amaaaaaada Paris, como toda entendida que se preze e aproveitando que já estamos perto do natal, que tal um ótimo roteiro de visitas em época de papai-noel?
Champs Elysées, Fachada das Galleries Lafayette,Fachada do hotel Le Bristol, Decoração de natal da Printemps,Vitrines da Ralph Lauren e Chanel entre outras..
Geeeeeeeeente, quem estiver a fim de me dar um presentão de natal, adoraria ganhar passagens+ diárias no Le Bristol+ vale-compras nas Galleries Lafayette, aliás fica logo a dica para os meus amigos e fãs do blog  ...

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Dom do amor

Muitas vezes ouvia se falar em Dom Fernando, ao conhecer esse santo homem , pude atestar que estavam simplificando.
Discreto, conciliador, encanta com seu jeito simples e atuante e sua profunda humildade. Dom Fernando Saburido é uma luz que chegou, para clarear os corações de todos! Certamente ele viverá em união com seus padres e com o povo, correspondendo à expectativa de tantos que sonharam com a sua indicação.
Bem-vindo, Dom Fernando Saburido! Olinda e Recife se enchem de alegria e devoção para recebê-lo de braços e corações abertos, na concretização dos sonhos que acalentaram!

Minha Carreira

O último domingo (5) foi especial para mim e para milhares de católicos. A comemoração dos 100 anos da arquidiocese de Olinda e Recife foi prestigiada por pessoas de várias partes do Estado e pelo representante do papa no Brasil, dom Lorenzo Baldisseri. O momento mais aguardado foi o acontecimento da missa solene.


Ao meio dia, a igreja da Sé, em Olinda, quebrou o silêncio da cidade alta. Igrejas de Olinda e Recife seguiram o chamado. Durante um almoço em um hotel, em Boa Viagem, foi lançada uma revista com a história da arquidiocese de Olinda e Recife, produzida com muito carinho pela minha empresa "Coelho e Cavendish Comunicações". 
A cantora Fafá de Belém que participou do evento,falou sobre a importância desta revista para o centenário.
“É uma oportunidade muito grande para o povo de Olinda e Recife, e de todo Pernambuco, marcar essa data e mostrar‘o que fizemos no passado’, e olhando para o presente, apresentar os desafios da nova igreja,belo trabalho”, disse.